Amo dançar, aventurar-me e criar vínculos: ir dançar em creches com bebês e pais, em centros culturais, centros comunitários, bibliotecas e maternidades.

Ir dançar em instituições com pessoas no espectro autista — crianças, adolescentes e adultos —, em hospitais psiquiátricos e também em centros de dia.

Ir brincar e dançar em escolas, instituições de ensino superior e universidades… e em residências geriátricas para pessoas idosas.

Criar, imaginar, brincar, ter prazer, encorajar cada um em sua singularidade.

A Névé ama todas as nossas diferenças e as estimula.

A Névé é atípica e convida a desfrutar de ser si mesmo por meio do jogo, da dança e do encontro.

Criar vínculos, surpreender, desconcertar, extrair-se do mundo cotidiano para criar, viver no consciente e no inconsciente, no real e no imaginário, no aqui e no além!

“Há uma parcela de loucura nesse desejo ardente por algo belo”

Hayao Miyazaki

Névé, quem é?

Parceiros, amigos e inspirações da Névé

A Névé asbl foi criada por Elodie Paternostre em dezembro de 2014.

Atualmente, o conselho administrativo da Névé é composto por Jerry Mboko Vutal e Jane Counet

Conforme os projetos, a Névé colabora com diversos artistas: Céline Verdant, Mathilde Laroque, Virginie Verdier, Nicole Mossoux, Fré Werbrouck, Dudu Prudente, Maria Mora Alcolea, Cédric Larcin, Anne-Cécile Chane-Tune, Sophie Berger, Anahid Ferté, Fabienne Van Der Driessche, Marie Vander Elst, Amandine Orban de Xivry, Milton Paulo, Julia Farber, Taylor Lecocq, Martin Kersten, Julien De Borman, entre outros.

Biografia de Elodie Paternostre

Elodie Paternostre formou-se em pedagogia da expressão corporal no Institut du Rythme Jaques-Dalcroze. Aprofundou posteriormente sua prática e seus conhecimentos técnicos da dança ao se deslocar para Vancouver e Montreal, onde estudou em diversos estúdios (Circuit West, 303…). De 2009 a 2011, participou de diferentes formações no IRPECOR, na França, que lhe permitiram aprofundar seus conhecimentos sobre Laban, Bartenieff e as cadeias musculares GDS. E em Bruxelas, no Dancentrum, Hybride, La Raffinerie… Continua a praticar o Axis Syllabus em Bruxelas e no exterior com Baris Minci, Frey Faust e outros professores (Grécia, França, Ucrânia, Brasil e Benim), pratica capoeira, yoga Iyengar, Feldenkrais, Movimento Autêntico, watsu. Recentemente certificou-se em pedagogia perceptiva, fasciaterapia e dança. Realizou e coreografou diversos curtas-metragens (RER, Espagne, Méta, Sirènes, Javingue), que foram selecionados em diversos festivais internacionais de vídeodança (Dança em Foco — Brasil, FIVA — Argentina, L’art difficile de filmer la danse — Bruxelas, Movimento — Espanha, In Shadow — Portugal). Esses curtas-metragens mesclam dança e natureza de maneira singular. Criou o projeto Ruina! em 2021, um espetáculo de dança que aborda a pulsão destrutiva, no qual crianças e adultos se encontram e se unem em cena, na relação e na cumplicidade. Com 9 crianças dançarinas, 5 dançarinas adultas, 3 músicos e uma tonelada de caixas de papelão recuperadas por toda a Valônia. Atualmente, trabalha em um trio de mulheres de 3 gerações diferentes, «Litoral», uma peça criada à beira-mar no Brasil (onde vive parte do ano). Em 2023, lançou «S’enforester», projeto de criação coletiva fruto de imersões de vários dias em florestas. E participa da pesquisa «Furtive», de Fré Werbrouck. Sua sensibilidade se expressa nos ateliês que propõe a crianças no espectro autista com a companhia Mossoux-Bonté desde 2009. Dança também em berçários, onde oferece “Viagens Dançadas”, um espaço dedicado à dança, na encruzilhada entre espetáculo, performance e ateliê, para e com bebês de 3 meses a 2 anos e meio, e “Viagens Dançadas” entre pais e bebês. É artista da Ekla desde 2015, desenvolve também projetos de dança no meio escolar por meio do PECA. Pratica desenho e escultura e dedica um cuidado vital a preservar seu vínculo com a natureza. Divide sua vida entre a Bélgica e o Brasil.
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